Meu velho revolucionário
O que fazes aí com a cabeça quase a tocar o peito?
Onde está sua militância da língua?
Seu jogo de palavras e opiniões contrarias a tudo?
Volta.
Fala tudo de uma vez, mistura o passado com o agora.
O agora carrega uma bengala que ajuda em nada.
Quero de volta as discussões sem fim.
Quero o sarcasmo, a ironia e até mesmo o ódio.
Quero aprender de novo a ouvir Chico, Elvis e opera.
Não lerei mais nada até ouvir suas intermináveis criticas
Dos livros que ainda não leu.
Na lucidez és infalível...
Onde ela habita agora?
Que dia é hoje?
Hoje vai ser o dia que você quiser que seja.
Que dia é hoje?
Hoje vai ser o dia que você quiser que seja.
responderei milhares de vezes se preciso for.
Ao seu lado estarei incansável.
Armada até os dentes, honrando seu sangue de guerra.
Leal como seu cão, que não entende seu deitar.
Amando-te como sempre.
Meu velho.
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