Tempo ficou curto
mas que se foda o tempo
senti sua falta.
arrebatamento...
Toloko¿
desconcentrado
ânsia
os dois cara a cara.
ele sente, e pensa demais
cheio de duvidas e certezas
racional seria um pé na bunda
e o que ela quer?
viver.
tudo intenso e ao mesmo tempo.
mas viver é liberdade e ela quer ele
todo o tempo
é livre mas quer ele
acha que existe amor romântico e liberal
ela gosta de rir
ele também mas tem medo,
o que esta a vir ?
perdido e confuso com a emoção desconhecida
Mas vai se entregar
ela ganha mais confiança
vai ser como ele quer
coração pula uma batida
Não há culpa
Conhecem e compreendem o silencio,
Difícil é ficar em silencio com alguém.
Espero
adoooooooooro
Não consigo parar
toloka¿
quarta-feira, 25 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Coisadeloko!
Coisadeloko!
Estonteantes ares de caras metades
onde cravam olhos
e duras línguas,
... deixam mucosos vestígios
e secreções acidas
onde tudo míngua.
Oh! desejosos abutres
'indestinados', do berço
em pau envernizado,
abracem este veneno doce
restos destes posts
de amigos declarados.
Joao Torres.
Estonteantes ares de caras metades
onde cravam olhos
e duras línguas,
... deixam mucosos vestígios
e secreções acidas
onde tudo míngua.
Oh! desejosos abutres
'indestinados', do berço
em pau envernizado,
abracem este veneno doce
restos destes posts
de amigos declarados.
Joao Torres.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Pára
Estava tudo bem.
Tudo corria como planejou.
Amigos juntos,
bebida boa,
musicas selecionadas com cuidado há meses...
Inquieta.
Viu seu reflexo num vidro.
Quem era aquela?
Sobrancelha, velha amiga, porque não relaxa?
Ajeitou o cabelo afastando os pensamentos .
E te viu.
Pára cabeça juvenil, quando vai parar de inventar cenas??.
De costas.
Respiração suspensa...
Esquadrinho cada centímetro,
Uma mão passou pelos cabelos, num gesto de sempre
a outra segurava outra mão...
Quem era aquela mão que ocupava
O lugar da sua?
Duas mãos seguraram sua cintura pelas costas
e foi arrancada daquele devaneio idiota!
Imaginei coisas? Claro, sempre imagino!
Pára!
Um beijo no pescoço, fez seu corpo arrepiar por puro reflexo físico.
O que ta fazendo aí parada?
Nada, tentou sorrir enquanto tentava tirar os olhos daquelas costas que lhe pertence.
Mergulhou naquele abraço, terno e seguro, como quando era criança com medo
do escuro.
Segurar o tremor..Como é mesmo o mantra para acalmar pensamentos?
Nossa! Sentiu a minha falta assim? Disse a doce voz do abraço.
Burra! Burra! Como pode lembrar essas lembranças junto dessa docilidade!
Some daqui, lembrança, passou e pronto.
Pára!
Ois! Agora escuto vozes? Nunca mais saio desse abraço.
Vou morrer aqui dentro de olhos fechados e coração aos pulos!
Pode acabar mundo, depressa.
Sentiu o afastamento do porto e virou-se para o oceano.
Não era loucura.
Você.
Oi.! Foi só o que a cabeça conseguiu criar.
Cumprimentos amáveis, beijinhos, sua barba estava por fazer.
Mãos geladas.
Seus olhos não se olharam .
Não entendia uma só palavra do que era dito, mas agora produzia
Hum hum’s e fazia movimentos faciais involuntários, tentativas de sorrir.
Ali quatro pessoas que se conhecem a vida inteira , apenas duas viveram.
A emoção se materializou ali, na cumplicidade do segredo.
Eram cinco pessoas. Não. Eram mais!
Pára!
Então! Ta tudo bem com você? Deus! Foi isso mesmo que eu ouvi?
Como pode ? Nunca vai ser bom sem você, gritava sua cabeça.
Mas sua boca disse “sim”.
Ar.. preciso... Ar.. preciso!
Vou ali, fiquem a vontade, saiu no automático.
Obrigada mãe, obrigada pai por me educar...
Na varanda o vento era forte, mas não sentiu.
Como isso foi acontecer?
Eu sabia... Minha intuição me disse no momento
que aceitei organizar a festa de aniversario de formatura.
Coisa mais ridícula , eu pensava
mas você pode vê-lo, dizia a outra.
Perigo, a placa piscava.
Estou segura, disse a insana.
Vai vê-lo... sussurrava a impiedosa.
Pára.
Céu de nuvens negras escondeu as estrelas,
Fecho os olhos e meu medo de chuva deságua.
Quando sentiu o calor do seu braço a milímetros do seu...
Seus mindinhos, velhos conhecido se juntaram...
Lágrimas..
Começo de chuva...
Não se pode olhar o olhar...
Nada mais se move naquele silencio.
Tudo corria como planejou.
Amigos juntos,
bebida boa,
musicas selecionadas com cuidado há meses...
Inquieta.
Viu seu reflexo num vidro.
Quem era aquela?
Sobrancelha, velha amiga, porque não relaxa?
Ajeitou o cabelo afastando os pensamentos .
E te viu.
Pára cabeça juvenil, quando vai parar de inventar cenas??.
De costas.
Respiração suspensa...
Esquadrinho cada centímetro,
Uma mão passou pelos cabelos, num gesto de sempre
a outra segurava outra mão...
Quem era aquela mão que ocupava
O lugar da sua?
Duas mãos seguraram sua cintura pelas costas
e foi arrancada daquele devaneio idiota!
Imaginei coisas? Claro, sempre imagino!
Pára!
Um beijo no pescoço, fez seu corpo arrepiar por puro reflexo físico.
O que ta fazendo aí parada?
Nada, tentou sorrir enquanto tentava tirar os olhos daquelas costas que lhe pertence.
Mergulhou naquele abraço, terno e seguro, como quando era criança com medo
do escuro.
Segurar o tremor..Como é mesmo o mantra para acalmar pensamentos?
Nossa! Sentiu a minha falta assim? Disse a doce voz do abraço.
Burra! Burra! Como pode lembrar essas lembranças junto dessa docilidade!
Some daqui, lembrança, passou e pronto.
Pára!
Ois! Agora escuto vozes? Nunca mais saio desse abraço.
Vou morrer aqui dentro de olhos fechados e coração aos pulos!
Pode acabar mundo, depressa.
Sentiu o afastamento do porto e virou-se para o oceano.
Não era loucura.
Você.
Oi.! Foi só o que a cabeça conseguiu criar.
Cumprimentos amáveis, beijinhos, sua barba estava por fazer.
Mãos geladas.
Seus olhos não se olharam .
Não entendia uma só palavra do que era dito, mas agora produzia
Hum hum’s e fazia movimentos faciais involuntários, tentativas de sorrir.
Ali quatro pessoas que se conhecem a vida inteira , apenas duas viveram.
A emoção se materializou ali, na cumplicidade do segredo.
Eram cinco pessoas. Não. Eram mais!
Pára!
Então! Ta tudo bem com você? Deus! Foi isso mesmo que eu ouvi?
Como pode ? Nunca vai ser bom sem você, gritava sua cabeça.
Mas sua boca disse “sim”.
Ar.. preciso... Ar.. preciso!
Vou ali, fiquem a vontade, saiu no automático.
Obrigada mãe, obrigada pai por me educar...
Na varanda o vento era forte, mas não sentiu.
Como isso foi acontecer?
Eu sabia... Minha intuição me disse no momento
que aceitei organizar a festa de aniversario de formatura.
Coisa mais ridícula , eu pensava
mas você pode vê-lo, dizia a outra.
Perigo, a placa piscava.
Estou segura, disse a insana.
Vai vê-lo... sussurrava a impiedosa.
Pára.
Céu de nuvens negras escondeu as estrelas,
Fecho os olhos e meu medo de chuva deságua.
Quando sentiu o calor do seu braço a milímetros do seu...
Seus mindinhos, velhos conhecido se juntaram...
Lágrimas..
Começo de chuva...
Não se pode olhar o olhar...
Nada mais se move naquele silencio.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Vazio intenso
Foi quase sem querer
Costumava passar por ali para ajeitar os pensamentos.
Fumar sem incomodar e sumir no vazio.
E sempre imaginava esse encontro...
Mas não imaginava que fosse assim.
Quando ouvi os passos já sabia que eram seus...
Não tive duvidas, medos ou incertezas.
Quando me virei já esperava suas mãos
Minha boca procurava a sua.
Ali no lugar de sempre, no lugar nenhum.
O Abraço não tinha pressa, mas os beijos eram urgentes.
Suas palavras sumiram nos sussurros e gemidos
Só entendia o "sair daqui"
Então assim chegamos meio bêbados, sem jeito, arfando, controlando
Em risos, beijos... na cama
Tudo aquieta.
As roupas caem...
os corpos juntos,
Os beijos são doces e intensos
As lagrimas misturam o gosto.
Os pensamentos somem
vazio...
corpos quentes
Beijos mordidos,
Mãos rápidas
Você aninhado em mim...
boca engolindo seios
Coxas entrelaçada...
Mãos dadas
Intenso.
Paixão.
Amor...
Costumava passar por ali para ajeitar os pensamentos.
Fumar sem incomodar e sumir no vazio.
E sempre imaginava esse encontro...
Mas não imaginava que fosse assim.
Quando ouvi os passos já sabia que eram seus...
Não tive duvidas, medos ou incertezas.
Quando me virei já esperava suas mãos
Minha boca procurava a sua.
Ali no lugar de sempre, no lugar nenhum.
O Abraço não tinha pressa, mas os beijos eram urgentes.
Suas palavras sumiram nos sussurros e gemidos
Só entendia o "sair daqui"
Então assim chegamos meio bêbados, sem jeito, arfando, controlando
Em risos, beijos... na cama
Tudo aquieta.
As roupas caem...
os corpos juntos,
Os beijos são doces e intensos
As lagrimas misturam o gosto.
Os pensamentos somem
vazio...
corpos quentes
Beijos mordidos,
Mãos rápidas
Você aninhado em mim...
boca engolindo seios
Coxas entrelaçada...
Mãos dadas
Intenso.
Paixão.
Amor...
poemigma
Bebo de ti
o gole amargo
do que não ha,
... engulo em êxtase
o gosto do que vira,
lindo, repito, é Enviar...
beijos e flores
a quem sera.
Joao Torres o poeta maluco!
o gole amargo
do que não ha,
... engulo em êxtase
o gosto do que vira,
lindo, repito, é Enviar...
beijos e flores
a quem sera.
Joao Torres o poeta maluco!
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