As aguas de março fecham meu inverno.
Colo os meus cacos e alguns pedaços não
se encaixam mais... Não nego os vazios.
Ainda não me reconheço.
Das muitas que fui, algumas morreram.
Outras tantas querem vir a tona.
Deixo desaguar no ultimo dia de março.
O medo é viceral, mas já o conheço.
Vou em frente. Agora.
sábado, 31 de março de 2012
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